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Brumadinho vive abalo emocional e bolha de crescimento econômico um ano após tragédia


 


Um ano após o rompimento da Barragem B1, da Vale, em Brumadinho (MG), a mineradora já se recuperou. Alcançou o valor de mercado que tinha antes de 25 de janeiro de 2019, com ações negociadas a R$ 57.

Já Brumadinho não dá sinais de que a tragédia foi superada. E a reparação mora nos detalhes. Familiares das 270 vítimas (11 ainda não encontradas) pediram à Vale, por exemplo, que mude o uniforme dos trabalhadores da região e que pinte os ônibus terceirizados que levavam os funcionários de outra cor. 
Os veículos verdes, constantemente vistos pra lá e pra cá na cidade, despertam a lembrança de que seus parentes não vão mais chegar do trabalho. Novos ônibus com plotagem amarela e cinza já circulam no município. 
Aqueles que vivem o luto dizem que é como se as pessoas tivessem sido abduzidas da paisagem da cidade. Afirmam que Brumadinho perdeu a história, a cor, o aconchego, a alegria --não se pode mais andar por aí e cruzar com quem foi engolido pelos rejeitos da mineração. 
"Brumadinho vai demorar a se recuperar porque temos que cuidar da dor da gente e do outro", diz Natália Oliveira, 49, irmã de uma vítima. 
Se a depressão pela morte de familiares, amigos e vizinhos em grande proporção, numa cidade onde todo mundo conhece todo mundo, é a principal sequela, tampouco estão sanados os problemas dos bairros rurais vizinhos à lama. Moradores reclamam de insegurança e do abastecimento de água. 
Ao mesmo tempo, a zona central do município, aonde a lama não chegou, vive uma bolha apartada da realidade. Com o auxílio emergencial de um salário mínimo pago pela Vale para todos os cidadãos adultos, independentemente de terem sido atingidos ou não, o comércio se aqueceu. 
Os atingidos e os familiares dos mortos, por sua vez, receberam valores mais vultosos por indenizações de danos morais e materiais. Eles reclamam da exposição e dos riscos --todo mundo sabe na cidade quem é que recebeu o pagamento.
Além disso, o saldo de empregos é positivo: a Vale teve que contratar diversas empresas para obras de reparação, o que ampliou a oferta de trabalho. Nesse ambiente de artificial prosperidade, a população da cidade passou de 35 mil para cerca de 70 mil, numa estimativa endossada pela prefeitura.
O assunto pelas ruas é de que o dinheiro é gasto em futilidades: cerveja, carro e até plástica. "Há males que vêm para o bem" é uma frase que parentes de vítimas já escutaram até de colegas de trabalho. 
Eles se ressentem pelo fato de a Vale ser vista "como uma mãe" pela população beneficiada com o auxílio. "Ganhar dinheiro sem fazer nada é ótimo, mas a que preço eles ganharam isso?", questiona Josiana Resende, 31, que perdeu a irmã. 
Os moradores, no entanto, começam a reclamar do custo de vida, já que o preço da gasolina e do aluguel estão em alta. 
Hoje o auxílio emergencial, que também dá direito a meio salário mínimo para cada adolescente e 25% de um salário mínimo para cada criança, é pago para entre 93 mil e 98 mil pessoas, segundo a Vale.
A verba será paga por mais dez meses, mas a partir de janeiro será reduzida pela metade para bairros não atingidos diretamente. De 10 mil a 15 mil pessoas continuarão recebendo o auxílio integral. 
"Essa situação é temporária e nos preocupa", diz o superintendente de Finanças de Brumadinho, Edmar Pinto. "Há uma incerteza sobre o que vai acontecer com a economia do município daqui uns três anos."
A Vale destinou verbas para a saúde e assistência social do município, que reforçou o atendimento de psicólogos. Além disso, repassou R$ 20 milhões à cidade e mais cerca de R$ 3,3 milhões mensais, até completar R$ 80 milhões. O valor é uma estimativa do que a prefeitura vai deixar de arrecadar a cada mês com a atividade da mina suspensa. Com isso, Brumadinho quase dobrou sua receita em 2019. 
"Mas quando as ações de reparação acabarem, Brumadinho corre o risco de virar cidade dormitório. A Vale já está se distanciando. Mas ela tinha que entender que não está tendo a responsabilidade que deveria, ela arrasou o município", diz Pinto. 
Ele cobra não ações paliativas "para dar resposta à mídia e aos acionistas", mas a criação de alternativas econômicas de longo prazo, como a construção de polos industriais e melhores estradas de acesso. A extração na Mina Córrego do Feijão, que era a fonte maior de renda da cidade, não vai voltar ---a Vale se comprometeu a desativá-la.
Já o turismo, que é uma das principais atividades da cidade por causa do Instituto Inhotim, não se recuperou plenamente: hoje o movimento é 60% do que era antes da tragédia. 
Na zona rural devastada pela lama, a paisagem se transformou em um ano. A área de rejeitos se tornou um grande canteiro de obras, com caminhões e tratores passando pelas ruas de terra a todo momento. O sossego acabou. 
As obras são para conter o espalhamento de rejeitos no rio Paraopeba, dar nova forma ao córrego do Feijão, que sumiu na lama, além de reconstruir pontes e acessos destruídos. Boa parte do estrago foi tampado por um muro levantado pela Vale ao redor da lama. 
No vilarejo Córrego do Feijão, de 600 habitantes, 27 pessoas morreram no rompimento e, depois dele, 50 famílias foram embora. A Vale fechou o posto de atendimento no local, alegando, segundo moradores, que a comunidade era violenta ao reivindicar seus pleitos. "Nós não vamos ficar calados", diz Jeferson Vieira, líder comunitário.
"A mercearia fechou, a praça está vazia, todo mundo faz tratamento psicológico, as estradas estão precárias, o bairro tem muita poeira e a gente não confia na água", enumera Vieira. A água vinha da mina e agora é providenciada pela Vale em caminhões-pipa e garrafas pet. 
As queixas são as mesmas do bairro Parque da Cachoeira, onde 60 casas foram invadidas pela lama e as fontes de água também foram prejudicadas. "A gente não tem um laudo dizendo que a água encanada é boa. Se é boa, por que a Vale distribui água?", questiona Adilson de Souza, líder do local. 
Os moradores reclamam de falta de segurança. Mais de cem famílias foram embora e as casas abandonadas são saqueadas. 
"Estamos abandonados pelo poder público e pela Vale", completa Souza, olhando com desconfiança para duas motos que passam pelo bairro. "O pessoal de fora começou a frequentar e a roubar."
Ezequias Souza, 50, e a mulher, Vanilda, foram embora para Contagem (MG). "Só tenho problemas. Agora gasto com transporte escolar, com aluguel de baias para os cavalos que eu criava aqui. O potrinho morreu", diz Vanilda. Ela ainda não foi indenizada pela Vale, mas seus vizinhos já.
A família de Cristina Melo, 37, também aguarda a indenização --um processo moroso. A principio, seus pais insistiram em permanecer na casa cujo quintal virou lama, mas ao se tornarem os últimos moradores do trecho final da rua, desistiram. 
"Meu pai está em depressão, é trator toda hora, a casa treme. A cada hora que a gente vai no quintal tem a memória de que não vai ser a mesma coisa", diz Melo.
O Ministério Público de Minas Gerais já ajuizou duas ações cobrando da Vale reparações sociais e ambientais e obteve o bloqueio de R$ 10 bilhões da mineradora. Também denunciou o ex-presidente da Vale Fabio Schvartsman e mais 15 por homicídio doloso. 
No âmbito desses processos, foram firmados acordos para que a Vale pague as indenizações, cuide dos animais desabrigados, pague estudos sobre a água, faça novas estações de captação e tratamento de água e revise a segurança das suas barragens. 
"Não vamos incorrer em erros do passado, vamos bloquear valores expressivos e não terceirizar a responsabilidade da Vale", diz a promotora Andressa Lanchotti, referindo-se à tragédia de Mariana (MG), de 2015, em que a Samarco criou outra entidade, a Renova, para fazer a reparação. 
"Vai levar ao menos 10 anos para recuperar os danos ambientais", prevê a promotora. Ela trabalha para que os atingidos tenham assessorias técnicas independentes custeadas pela Vale para estimar suas perdas e exigir indenização. O modelo deu certo em Mariana e deveria ter sido replicado a todo Vale do Rio Doce, mas empacou nos trâmites da Renova. 
CAROLINA LINHARES

BRUMADINHO, MG (FOLHAPRESS) - 



 





Governo deve editar MP para contratar empregados aposentados do INSS


 



O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse hoje (24) que o governo deve editar uma medida provisória (MP) para que os empregados aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) possam ser contratados temporariamente para reforçar o atendimento nas agências e ajudar a reduzir o estoque de pedidos de benefícios em atraso.

Atualmente, o número de pedidos de benefícios previdenciários com mais de 45 dias de atraso está em cerca 1,3 milhão.
“A questão do Tribunal de Contas da União [TCU], que está na mão do ministro Bruno Dantas, está pacificado. A questão agora, o que tem que fazer, uma vez que existe a ideia que sejam convocados os funcionários do INSS que estão aposentados, isso só pode ser por MP ou por projeto de lei, é diferente do caso dos militares que é expedido”, disse ao deixar o gabinete da vice-presidência, no Palácio do Planalto, em Brasília.
Na semana passada, o governo anunciou que pretende contratar temporariamente cerca de 7 mil militares da reserva para atuar nos postos da previdência. E, ontem (23), foi publicado decreto no Diário Oficial da União que regulamenta a contratação de militares inativos para atividades em órgãos públicos.
Mas a contratação direta dos militares pelo INSS foi questionada pelo TCU, que considerou que o governo poderia estar rompendo o princípio da impessoalidade ao direcionar a contratação, exclusivamente, para o grupo militar. Para Mourão, a contratação de civis também estará garantida com a edição da MP para os empregados aposentados da Previdência.
“Você pode até dizer que está dirigido para um grupo, mas não são todos os militares que são obrigados, está aberto o voluntariado, pode aparecer que ninguém queira, eles não são obrigados. É diferente de uma convocação para defesa nacional onde os militares da reserva são obrigados a comparecer. Os civis, eles serão cobertos por MP ou projeto de lei, é isso que vai ser apresentado. O ideal é que seja MP e que o Congresso vote rapidamente”, explicou Mourão.
De acordo com o Palácio do Planalto, pelo decreto publicado ontem, os militares poderão ser contratados, por meio de um edital específico de chamamento público, ganhando adicional com valor igual a 30% sobre o salário recebido na inatividade. Esse percentual está definido na lei que trata da estrutura da carreira militar, aprovada em 2019 pelo Congresso Nacional.

Força Nacional Ambiental

Na manhã desta sexta-feira, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, esteve reunido com Mourão no gabinete da vice-presidência, no Palácio do Planalto, em Brasília. De acordo com o presidente em exercício, eles conversaram sobre a criação da Força Nacional Ambiental.
“Ele já veio trazer algumas ideias e algumas coisas que devemos colocar no decreto [de criação da força]. Está tudo sendo estudado pelo nosso pessoal”, disse.
Segundo Mourão, está sendo estudado como agregar as equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o pessoal dos estados que trabalham na fiscalização ambiental. “Tem que ir aos estados conversar com os governadores, é um processo”, explicou. A expectativa é que a força seja criada ainda este ano.
Na terça-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro determinou a criação do Conselho da Amazônia e da Força Nacional Ambiental, a ser coordenado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão.
O objetivo do conselho será coordenar as diversas ações em cada ministério voltadas para a proteção, defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia. A força deve funcionar à semelhança da Força Nacional de Segurança Pública, mas voltada à proteção do meio ambiente da Amazônia.
Andreia Verdélio
 Repórter da Agência Brasil
Foto: O Globo












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A defesa do jornalista Glenn Greenwald pediu a rejeição da denúncia


A defesa do jornalista Glenn Greenwald pediu ao juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, a rejeição da denúncia apresentada contra ele, sob o argumento de que não houve conduta criminosa por parte do jornalista e que a acusação violou a ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) de que ele não poderia ser investigado.

Na peça, os advogados apontam que a denúncia do Ministério Público Federal "briga com os fatos". "É impossível não se chocar com o grau de desconexão entre os diálogos transcritos e as conclusões que deles extrai a denúncia. Afinal, não há sequer uma única frase dita pelo requerente que sugira qualquer relação de orientação, auxílio ou participação deste em suposta empreitada criminosa", afirma a defesa.
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A denúncia apresentada pelo procurador Wellington Oliveira, da Procuradoria da República do Distrito Federal, descreve um diálogo entre Greenwald e um dos hackers, Luiz Henrique Molição. Neste diálogo, o hacker pede orientações ao jornalista, mas Glenn desconversa a respeito do assunto. Em um dos trechos, o jornalista sugere que os hackers já podem apagar o material obtido do Telegram das autoridades públicas.
Cabe agora ao juiz Ricardo Leite decidir se há elementos para tornar Glenn réu neste caso ou se rejeita preliminarmente a denúncia em relação ao jornalista --outras seis pessoas foram denunciadas no caso, incluindo o hacker Walter Delgatti Neto, que admitiu ter invadido o Telegram de autoridades públicas.
"Ao contrário do que faz parecer a denúncia, a cumplicidade do jornalista não decorre do contato com o agente que pratica o crime, nem muito menos do simples conhecimento da prática delituosa. Para fins penais, o que importa é definir se o jornalista concorreu de qualquer forma para a prática do crime, nos termos do artigo 29 do Código Penal. Ou seja, o que é relevante é definir se o jornalista contribuiu como autor (direto ou mediato) ou partícipe (instigação ou auxílio material) do suposto delito praticado por sua fonte. No caso em tela, nada indica que o requerente tenha praticado qualquer ação que possa qualificá-lo como cúmplice ou partícipe de eventuais delitos praticados por suas fontes", escreveram os advogados Nilo Batista, Rafael Borges e Rafael Fagundes.

Na defesa, sustentam ainda que houve descumprimento da decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que decidiu que seria impossível investigar Glenn pela divulgação das conversas. Por fim, os advogados apontam que a utilização como prova de uma conversa entre o jornalista e o hacker seria ilícita porque viola o princípio constitucional do sigilo da fonte.
"A conversa travada entre o jornalista e sua fonte é protegida pelo sigilo constitucional previsto no art. 5º, inciso XIV, da Constituição Federal, razão pela qual não poderia ter sido utilizada pelo Ministério Público Federal para imputar crimes ao requerente, por ter natureza confidencial", aponta a defesa.
 (Foto: AP Photo/Leo Correa)

Bolsonaro diz que "tudo indica" que Regina Duarte aceitará cargo na Secretaria da Cultura


 


“Ela está disposta, com gás e quer colaborar", diz Bolsonaro sobre a possível nova comandante da Cultura
·         Presidente está a caminho da Índia, onde cumprirá agenda oficial até o dia 28


O presidente Jair Bolsonaro, que está em viagem para a Índia, não fez sua tradicional live nesta quinta-feira (23). Bolsonaro, no entanto, apareceu ao lado do ministro dos Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, em um vídeo que foi gravado na quarta-feira (22) no Palácio do Alvorada.
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Logo no início, Bolsonaro afirmou que a atriz Regina Duarte está "propensa" a ser secretária da Cultura no lugar de Roberto Alvim – demitido após divulgar um vídeo com frases semelhantes a um discurso de Joseph Goebbels, ministro do regime nazista de Adolf Hitler.


"Ela está disposta, com gás e quer colaborar. Se Deus quiser, vai dar tudo certo", disse o presidente. Segundo ele, Regina Duarte – a quem classificou de "equilibrada, vivida e responsável" – ainda está "tomando conta" do que seria sua função como secretária da Cultura antes de decidir aceitar ou não o cargo.
"Tudo indica que ela aceitará. Regina Duarte, se vier, será muito bem-vinda. Ninguém melhor do que você para desempenhar essa função", disse o presidente.
Ataques a jornalistas
Bolsonaro comentou ainda a nota da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) que afirma que a imprensa sofreu violentos ataques em 2019 – e 58% deles partiu do próprio presidente da República, segundo o órgão.
"Estou há dias sem falar com a imprensa porque não quero magoar a imprensa", ironizou Bolsonaro. "Eles estão reclamando. Se a Federação mudar essa posição, eu volto a falar."
Bolsonaro se defendeu e afirmou que "não houve socos, tapas e nem palavrão" nas conversas com jornalistas em 2019. "Quando algum jornalista fica abusando, no momento ali, a resposta é exaltada, porque somos seres humanos. A Federação não gostou, acha que eu tenho que ser subserviente, servil e eternamente educado com eles. Até acho que estou sendo, mas tudo bem", opinou.
Apesar das reclamações contra a Fenaj, Bolsonaro falou com jornalistas na manhã desta quinta – depois, portanto, da gravação do vídeo divulgado na noite de hoje. O presidente conversou com a imprensa quando saiu do Alvorada, antes de embarcar na viagem à Índia.
Yahoo Notícias
Foto: Jornal de Brasilia

EUA confirmam segundo caso de coronavírus


 


Os Estados Unidos confirmaram o segundo caso importado de infecção por coronavírus. Nesta sexta-feira (24) o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) confirmou que uma paciente em Chicago, no norte do país, foi infectada pela doença que já atingiu mais de 900 pessoas em todo o mundo.

A paciente é uma mulher de 63 anos que viajou para a cidade de Wuhan, na China, localidade considerada o epicentro da doença. O país já conta com ao menos 26 mortes causadas por pneumonia grave desencadeada pelo vírus.
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Já nos EUA as autoridades investigam um total de 63 casos suspeitos. Segundo fontes oficiais, o governo já descartou que 11 deles se tratem da doença provocada pelo coronavírus.

China em estado de alerta

Mais de 40 milhões de chineses foram isolados em suas cidades, nesta sexta-feira, depois da imposição de restrições às redes de transporte em outras quatro localidades. A medida tem o objetivo de evitar a propagação do coronavírus, que já matou 26 pessoas e contaminou outras 800 no gigante asiático.
Ao todo, 13 prefeituras adotaram medidas de confinamento na região de Wuhan (centro), a metrópole de 11 milhões de habitantes, onde o vírus foi detectado em dezembro.
O governo chinês também anunciou, nesta sexta-feira (24), o fechamento de trechos da Grande Muralha, assim como de monumentos emblemáticos de Pequim, em meio às medidas adotadas para controlar a propagação do coronavírus.
Os túmulos da dinastia Ming e a floresta Yinshan Pagoda serão fechados a partir de sábado. O Estádio Nacional de Pequim, conhecido como Ninho de Pássaro, construído para os Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, teve suas portas fechadas hoje.
Nesta sexta, a Tailândia confirmou a quinta morte por coronavírus no país. Países da Ásia estão intensificando Xangai também pediu aos cidadãos que vêm de áreas de foco que fiquem em casa ou em quarentena centralizada por 14 dias.
Foto: (Steve Parsons/PA Images via Getty Images)
Redação Notícias - Veja

Viúva de Gugu ganha na Justiça direito a pensão de R$ 100 mil por mês

Rose Miriam entrou com ação ao ficar de fora de testamento do apresentador, com quem tem três filhos

A Justiça de São Paulo determinou que Rose Miriam di Matteo, a viúva de Gugu Liberato, morto em novembro após um acidente doméstico, receba uma pensão no valor de 100.000 reais por mês do espólio do apresentador. O valor é o mesmo da pensão vitalícia deixada por Gugu para sua mãe, Maria do Céu, no testamento em que Rose ficou de fora. Rose e Gugu tiveram três filhos juntos.
O advogado Nelson Wilians, que representa Rose, enviou um comunicado à imprensa que diz: “A decisão foi sensível ao momento que passa Rose Miriam. Após a morte de Gugu, que era o mantenedor dela e dos filhos, ela ficou sem recursos até para manter as despesas de casa, já que a inventariante do espólio é a irmã de Gugu, que não repassou absolutamente nada para Rose.”

A assessoria de Gugu ressaltou que a família prefere manter os trâmites em segredo de Justiça, por isso não se manifestará sobre a decisão.
Por Redação - Veja
Foto: Correio

Bolsonaro recua e descarta recriação de ministério: ‘Chance zero’

Presidente disse que 'no momento' ideia de recriar pasta da Segurança não vai prosperar, mas ponderou que 'na política, tudo muda'; decisão enfraqueceria Moro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que, “no momento”, a proposta de recriação do Ministério da Segurança “tem chance zero” de prosperar. Após desembarcar em Nova Déli, na Índia, onde cumpre agenda oficial, o presidente disse nesta sexta-feira, 24, que é “lógico” que ideia está “descartada”. “A chance no momento é zero”, afirmou. Em seguida, no entanto, ponderou: “Não sei amanhã. Na política, tudo muda, mas não há essa intenção de dividir (o Ministério da Justiça e Segurança Pública). Não há essa intenção.” Em setembro, VEJA revelou a disputa entre Bolsonaro e seu ministro mais popular.
O presidente havia admitido na quinta-feira 23 que a proposta seria estudada, já que é uma demanda de diversos secretários estaduais de segurança, com quem havia se reunido no dia anterior. A jornalistas, Bolsonaro concordou que “era lógico” que Sergio Moro não aprovaria a ideia. O presidente adiantou que, em caso de cisão, o ministro seguiria na pasta da Justiça.
Se isso ocorresse, Moro sairia enfraquecido, pois perderia o controle da Polícia Federal (PF), que atualmente responde administrativamente à Justiça, além de uma de suas principais bandeiras políticas: a da na taxa de homicídios no país.
Após a repercussão das declarações, o presidente moderou o discurso e aproveitou para reforçar os bons números no combate à violência. “O Brasil está indo muito bem. Segurança pública, os números indicam que está indo no caminho certo, e a minha máxima é: em time que está ganhando, não se mexe”, resumiu.
Bolsonaro avaliou que alguns secretários de segurança podem estar bem intencionados ao sugerir a recriação da pasta da Segurança, mas considerou que outros podem querer “enfraquecer o governo”. O presidente também afastou o risco de desgaste entre ele e Moro. “Não existe qualquer atrito entre eu e Moro, eu e (Paulo) Guedes, e qualquer outro ministro”, declarou.
Por Da Redação Veja
Foto: Veja