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» » » Por que os políticos não fazem a coisa certa?

Quem entende a cabeça dos políticos que exercem cargos eletivos? São raros os que seguem os ditames das leis. Regra geral há uma preocupação mínima em se portar com lisura e probidade. Será que eles não pensam em reputação, pelos menos junto à família, pais, irmãos, esposa, filhos e netos? Não pensam que um filho ou neto vai enfrentar nas escolas ou no trabalho dedos em riste apontando como filho de um corrupto e/ou ladrão? Sabemos que é nesse clima que vivem as famílias dos políticos. Num desfecho mais grave é humilhado e constrangido quando é preso, julgado e condenado. Será que não há momentos de reflexões pesando e medindo que suas maléficas ações não valeram a pena. Parece que não, porque as prisões não têm servido de exemplo, todo dia aparecem novos casos de roubos e a corrupção corre solta no Brasil.
Se não houvesse corrupção as cidades brasileiras teriam suas ruas pavimentadas com pedrinhas de brilhantes, porque o Brasil é uma Nação riquíssima em toda sua dimensão. O difícil nessa terra de Cabral, o navegador português, é encontrar um ente sem roubo ou corrupção. Tirar vantagens em tudo está no DNA do brasileiro. Nunca está satisfeito com o que tem nem com o que ganha.
O Brasil é uma Nação complicada a partir de suas leis casuísticas. É regida por um sistema democrático que extrapola todos os limites da seriedade e da responsabilidade. O brasileiro quer que democracia tenha sinônimo de anarquismo onde vale a oposição ao regime e as leis. Quer que prevaleça como o enredo da história:
Conta-se que um anarquista perdeu-se em alto mar após um naufrágio de um navio em que viajava. Depois de quase morrer, foi resgatado e conseguiu chegar em terra, onde foi recebido por nativos da região. Ao acordar, falou às pessoas que lhe rodeavam: “Obrigado por me salvarem. Mas se aqui há governo, sou contra!”, ou “Hay gobierno? Se hay, soy contra!”
Dizer que um político é corrupto virou rotina e até parece que é uma palavra que enaltece seu desempenho. Enquanto isso o povo vai se acostumando e achando normal a famigerada prática do roubar.
Foi atribuída ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a história de que o político brasileiro rouba para em seguida  gritar: “pega ladrão.”
Hoje a prática do “roubar” está tão comum que quando flagrado, preso, julgado e condenado o meliante quer colocar a culpa no juiz insistindo na velha e esfarrapada desculpa: “Sou inocente isso é uma perseguição da justiça.”
Dizer que somos todos políticos desonestos pode até ser uma afronta, mas se você for comprar um produto qualquer e lhe for oferecido dois preços com nota fiscal é R$ 100,00 e sem Nota Fiscal é R$ 80,00, vem logo a evidência, compro pelo valor de R$ 80.00.
Luiz José dos Santos é jornalista

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