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Dalinha Catunda a grande poetisa de Ipueiras
Amancebada 

Eu casei na Igreja verde,
A Deus não peço perdão,
O cartório e a igreja
Dispensei na ocasião
Eu fiz o meu edital
E não precisei de aval
Ao recusar certidão.

Nunca quis ser bem certinha
Nem seguir a procissão
Eu já nasci pecadora
Diz minha religião
Sou batizada e crismada
Nunca fui excomungada,
Mas não gosto de sermão.

E quando alguém me pergunta
Se sou solteira ou casada,
Eu respondo bem ligeiro:
Sou mesmo é amancebada!
E vejo quem me arguiu
Fazendo que não ouviu
Saindo desapontada.
 

E não venham me pedir,
Meu álbum de casamento
As bodas disso ou daquilo
Bobagens eu não aguento.
Acho que a felicidade
Se faz com cumplicidade,
E jamais com juramento.

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