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» » » Vice-ministro da saúde do Irã está com coronavírus e situação no país gera desconfiança

O coronavírus causou três novas mortes no Irã, elevando para 16 o número de mortos pelo COVID-19 no país, que já é o segundo país com mais vítimas fatais, depois da China continental, com mais de 2.600. Segundo o Ministério da Saúde do Irã, 95 casos foram detectados, entre eles o do vice-ministro da Saúde, Iraj Harirshi.
"Eu tive febre segunda-feira à noite e os testes preliminares deram positivo", disse o vice-ministro em um vídeo. "Eu me isolei depois do meu último teste... e comecei o tratamento."
O Ministério da Saúde confirmou na terça-feira 34 novos casos e três mortes. Duas mulheres mais velhas que estavam doentes em Saveh (província de Markazi, centro) e uma paciente na província de Alborz (norte).
A maioria das pessoas afetadas esteve recentemente em Qom, segundo o ministério. Seu porta-voz, Kianuche Jahanpur, disse que 16 novos casos foram confirmados em Qom, nove em Teerã e dois em Alborz, Gilan e Mazandaran, respectivamente. Mas, o vírus se espalhou para outras províncias, no norte e no sul do país.
O Presidente Hasan Rohani pediu calma, afirmando que esta epidemia não é pior do que outras que o país sofreu. "Uma ameaça inesperada, mas devemos continuar avançando", disse.
O alto número de mortes no Irã mesmo com um número limitado de casos atraiu a desconfiança de alguns países: o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, disse nesta terça-feira que o Irã deve dizer a verdade sobre o surto do novo coronavírus no país.
— Os EUA estão muito preocupados sobre as informações que indicam que o regime iraniano pode estar escondendo detalhes importantes sobre o surto no país — afirmou Pompeo a jornalistas, em Washington.
O governo do Irã prometeu mais transparência depois que um deputado comentou que o governo estava minimizando o surto do vírus e que o balanço de vítimas pode chegar a 50 mortos.
— Todos os países devem dizer a verdade sobre o coronavírus e cooperar com as instituições internacionais de ajuda — disse o secretário de Estado, elogiando a cobertura da imprensa internacional. — É importante ter informações verídicas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para "uma possível pandemia", um termo que descreve uma doença que se propaga por vários países, em um momento em que há um forte aumento dos casos na Coreia do Sul, Irã, Itália e outros países da Europa.
TEERÃ
O Globo com agências internacionais 


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