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» » » Auxílio emergencial: O que fazer e evitar com grana contra o coronavírus

Começou nesta semana o saque do auxílio emergencial em dinheiro na poupança digital da Caixa, sem necessidade de usar cartão. Para evitar aglomerações nas agências bancárias, os saques são liberados por etapas, conforme calendário que leva em consideração o mês do aniversário da pessoa. 

Voltado para MEI (Microempreendedores individuais), trabalhadores autônomos, informais e desempregados, o auxílio oferecido pelo governo tem como objetivo proteger esses profissionais financeiramente durante à crise causada pela pandemia do COVID-19. 
O valor do benefício pode variar de R$ 600 a R$ 1.200, de acordo com o cumprimento de requisitos específicos. Diante de tantos desafios financeiros impostos pela pandemia, reunimos especialistas para dar dicas do que os beneficiários do auxílio devem fazer e o que devem evitar, confira.


O que fazer

1- Ative o “modo sobrevivência”

Antes de mais nada, é importante entender que a fase atual exige mudança nos comportamentos financeiros. “É preciso ativar o ‘modo sobrevivência’ até que as coisas voltem ao normal. Mas enquanto isso não acontece, tenha consciência de que esse benefício não é um bônus no salário”, destaca Thiago Godoy, Head de educação financeira da XP Inc.

2- Liste todos os seus ganhos e gastos

A recomendação pode ser batida, mas esse é o passo mais importante para usar o auxílio com sabedoria. “A imensa maioria das pessoas não tem noção do quanto gasta e quanto ganha — mesmo as que têm salário fixo e desconhecem os descontos que incide. Sente com a família e colete as informações da forma mais detalhada possível”, indica Godoy. 
Classifique os gastos em categorias, como alimentação, moradia, dívidas e etc. Assim você terá mais claro para onde está indo o seu dinheiro. 

3- Corte os supérfluo (acredite, talvez você nem saiba que tem)

Com a lista dos gastos em mãos, separe o essencial dos supérfluos. “Cada um tem um hábito diferente, mas independente do poder aquisitivo, todos nós temos os gastos essenciais e aqueles que podemos cortar, independente das categorias”, fala Godoy.
Pegue alimentação, por exemplo. Alguns itens são necessários, como arroz, feijão e uma proteína. Ao mesmo tempo, há os itens supérfluos nessa categoria, como chocolate e refrigerante. São alimentos que você consegue viver sem (apesar de deliciosos).

4- Avalie e renegocie suas dívidas 

Após verificar todas as suas dívidas, Júlia Mendonça, influenciadora de finanças e educação financeira, recomenda avaliar os tipos e quais delas são passíveis de renegociação. Os bancos, por exemplo, por conta da pandemia ofereceram pausa de 60 dias no pagamento de financiamentos de carros e imóveis. 
“Existem algumas dívidas que não podemos simplesmente deixar de pagar, como o financiamento de um carro, pois senão o banco toma o veículo. Portanto, o ideal é buscar ao máximo a renegociação de financiamentos, aluguéis, mensalidades de escola/faculdade e etc.”, diz.  

E o que não fazer

1- Quitar dívidas

Segundo o especialista da XP Inc., mais de 63 milhões dos brasileiros já estavam endividados antes da pandemia do COVID-19 e a tendência é que esse número aumente por conta da crise econômica.
Portanto, evite usar o auxílio emergência para se livrar das contas no momento. "Ter dívidas traz muita preocupação e estresse para as pessoas, mas a verdade é que agora não é hora de quitar nada. O foco tem que ser renegociar", alerta.

2- Gastos desnecessários

As lojas online e aplicativos de delivery estão cheios de promoção e queima de estoque de diversos itens. No entanto, Júlia é categórica: resista à tentação. “Não é momento de gastar dinheiro por mais tentadores que estejam os descontos de carros, roupas e etc. O objetivo é revisitar todos os gastos possíveis e até, quem sabe, conseguir guardar um pouco por mês, nem que seja 50 reais.”

3- Pedir empréstimo

Godoy recomenda evitar ao máximo pegar empréstimos durante esse período, pois a tendência de se endividar é ainda maior. “Se possível, é interessante evitar novas dívidas. O ideal é conseguir reduzir os gastos ao máximo para conseguir se manter com o auxílio. A tendência de quem pega empréstimos nesse período é se endividar ainda mais. Por isso, faça o exercício de revisitar todos os seus gastos, sempre tendo em mente que esse momento é difícil, mas passará!”, afirma. 

4- Entrar em novos negócios

Júlia destaca que é normal durante crises como essas encontrar anúncios e promessas de negócio com um rápido retorno financeiro, mas, não se engane, agora não é hora de arriscar. “Não caia nessa de investir em um novo negócio com promessas tentadoras que muitas vezes não se cumprem”, destaca. 
Yahoo Finanças

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