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» » » Inadimplência em faculdades privadas cresceu 72,4% em abril



Em meio à pandemia, taxa de evasão nacional aumentou 32,5% A taxa de inadimplência do ensino superior privado no Brasil ficou em 26,3% em abril. Isso equivale a um crescimento de 72,4% em relação a igual mês do ano passado. A informação faz parte da 2ª edição da Pesquisa Cenário Econômico Atual das IES Privadas, realizada pelo Instituto Semesp, considerando o mês de abril fechado.
No ensino presencial, a taxa de inadimplência cresceu 75,8% em nível nacional, em abril ante um ano atrás, enquanto no ensino a distância (EAD), a alta foi de 50%, perfazendo a média total de 72,4%.
Foto: O Hoje.com
Reprodução / Facebook Universidade Positivo
A amostra analisou 146 instituições brasileiras, de pequeno a grande porte (até 7 mil e acima de 7 mil alunos).
O Instituto Semesp atribuiu a piora do cenário no ensino privado à pandemia, que aprofundou o número de desempregados no país, reduziu a renda dos trabalhadores e aumentou as incertezas sobre o cenário político-econômico nacional. A soma desses fatores contribuiu para o crescimento da inadimplência, afirma o Semesp.
As mensalidades em atraso referentes aos cursos presenciais apresentaram maior aumento em abril, frente ao ano anterior, em torno de 75,8%. As instituições de ensino superior de grande porte, que representam 25% das unidades pesquisadas, registraram a taxa mais alta de inadimplência. Em abril de 2020, esse percentual ficou em 29,5%.
Já nas instituições de pequeno ou médio porte, com 75% dessas unidades na amostra, a inadimplência atingiu 25,2% no mesmo período.
A taxa de inadimplência no Estado de São Paulo cresceu 73,2%, percentual bem próximo ao Brasil. Assim, o Estado fechou abril com taxa de 24,4%. O avanço foi maior (79,7%) nas instituições da região Metropolitana de São Paulo, ao contrário do interior paulista, com 68,5%.
A taxa de evasão nacional — alunos que desistiram ou trancaram matrículas — aumentou 32,5% em abril, em base anual. De acordo com o levantamento, o crescimento foi estimulado pela desistência dos alunos matriculados em cursos presenciais (+47%), em sua grande parte calouros do primeiro semestre de 2020. A taxa teve ligeira queda, de 2,6%, nos cursos EAD, no mesmo período.
A pesquisa detectou que houve maior desistência (3,1%) entre os alunos das instituições pequenas ou médias%.
Os cursos EAD mostraram resiliência também nesse quesito. Assim, a evasão caiu 12,9%, informa a pesquisa.
No Estado de São Paulo, a evasão foi menor, com aumento de 20,5% no período estudado.

Ivone Santana
Valor Econômico

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