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» » » » Diagnóstico precoce de leucemia aumenta em 75% chance de cura

Com sintomas semelhantes aos de outras doenças, pessoas com diagnóstico de leucemia costumam apresentar febre, palidez e, em alguns casos, manchas arroxeadas na pele

Considerado o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes, a Leucemia Linfoide Aguda (LLA), quando diagnosticada precocemente, tem cerca de 75% de chances de cura. No Centro Pediátrico do Câncer (CPC), anexo da oncologia do Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), unidade do Governo do Estado do Ceará, a doença é a responsável por cerca de 30 a 40% dos atendimentos oncológicos. A unidade é referência no Norte e Nordeste para este tipo de assistência.


“A Leucemia Linfoide Aguda é o câncer mais comum da infância e da adolescência dentro de toda a casuística da oncológica pediátrica”. É o que explica Selma Lessa, médica oncohematologista coordenadora do CPC do Hias. “Hoje, felizmente, temos uma rede vasta difundida pela Secretaria da Saúde do Ceará para diagnosticar precocemente qualquer suspeita de câncer na infância, inclusive a leucemia”, afirma.

Com sintomas semelhantes aos de outras doenças, pessoas com diagnóstico de leucemia costumam apresentar febre, palidez e, em alguns casos, manchas arroxeadas na pele. A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos, geralmente de origem desconhecida. Tem como principal característica o acúmulo de células doentes na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. O principal exame de sangue para confirmação da suspeita de leucemia é o hemograma. De acordo com a oncohemotologista, nos casos de LLA, o diagnóstico pode ocorrer em até 24h.


Leucemia linfoide aguda é responsável por cerca de 30% a 40% dos atendimentos oncológicos no Centro Pediátrico do Câncer, anexo da oncologia do Hias

“Na grande maioria das vezes, o tratamento é o quimioterápico. Mas tem algumas formas de LLA mais agressivas, que invadem outros órgãos no tórax, abdômen, sistema nervoso. Nessas leucemias, às vezes é necessário o transplante de medula óssea”, explica Lessa. “É também por esse motivo que se faz necessária a sensibilização para a doação de medula óssea”, reforça.

Doação de medula óssea

Para se cadastrar como doador de medula óssea, o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce) orienta que é preciso ter entre 18 e 55 anos e não ter tido câncer. Documento de identidade deve ser apresentado.

O cadastro será concluído com a assinatura de um Termo de Consentimento e a coleta de uma amostra de sangue (10ml). Durante o cadastro, deverá ser fornecido dois nomes e telefones de contatos, para que seja possível localizá-lo(a) caso haja compatibilidade com algum paciente.

Eduarda Talicy - Ascom Hias - Texto
Thiara Montefusco - Fotos

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