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Bolsonaro diz que objetivo da CPI da pandemia é desgastar governo

O presidente Jair Bolsonaro criticou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso que determinou a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Senado para investigar eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia de covid-19.

Foto: José Dias/PR

Na noite do dia (8), Barroso atendeu ao pedido de liminar feito pelos senadores Jorge Kajuru (GO) e Alessandro Vieira (SE), ambos do Cidadania. Os parlamentares alegaram suposta omissão da Casa na instalação da CPI, diante do requerimento com assinaturas suficientes de senadores para abertura da comissão.

Pela manhã, ao conversar com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada, o presidente disse que o objetivo da CPI é desgastar o governo federal.

“A CPI não é para apurar desvios de recursos de governadores, é para apurar, segundo está na ementa do pedido de CPI, omissões do governo federal, ou seja, uma jogadinha casada Barroso-bancada de esquerda no Senado para desgastar o governo. Eles não querem saber do que aconteceu com os bilhões desviados por alguns governadores e alguns poucos prefeitos também”, disse. “Lá dentro do Senado tem processo de impeachment contra ministro do Supremo Tribunal Federal. Quero saber se o Barroso vai ter coragem moral de mandar instalar esse processo de impeachment também. Pelo que me parece falta coragem moral para Barroso e sobra ativismo judicial”, acrescentou.

Em nota oficial divulgada à imprensa no início da tarde, o Supremo declarou que as decisões da Corte são tomadas de acordo com a Constituição e leis e que questionamentos contra essas medidas devem ser feitas pelas vias recursais.

“O Supremo Tribunal Federal reitera que os ministros que compõem a Corte tomam decisões conforme a Constituição e as leis e que, dentro do estado democrático de direito, questionamentos a elas devem ser feitos nas vias recursais próprias, contribuindo para que o espírito republicano prevaleça em nosso país”, diz a nota.

Por André Richter - Repórter da Agência Brasil 

Senador diz ter assinaturas para ampliar investigação da CPI da Covid

Senadores governistas trabalham para que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM- MG), tenha mais de uma opção de comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar eventuais omissões no combate à pandemia. Uma das opções é que o colegiado se concentre apenas em ações do governo federal e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio para os pacientes internados. A outra, que tem o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) à frente do recolhimento de assinaturas, quer que a investigação seja mais ampla para incluir, além do governo federal, estados e municípios.

Foto: Pedro França/Agência Senado

O regimento da Casa exige o mínimo de 27 assinaturas para a criação da comissão. A assessoria de Girão disse na manhã desta segunda-feira (12) que 34 assinaturas, para essa investigação mais ampliada, já estavam confirmadas. No entanto, o requerimento ainda não foi protocolado no Senado. Pacheco deve ler esta semana no plenário da Casa o requerimento de instalação de uma dessas comissões.

A movimentação ocorre em meio à determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso de que o presidente do Senado instale a CPI para investigar as ações de enfrentamento à covid-19. A decisão de Barroso tem a ver com o pedido de investigação restrito ao governo federal. Na próxima quarta-feira (14), o plenário do STF analisa a decisão de Barroso. A expectativa é que o os ministros confirmem a decisão de instalar a comissão de inquérito, mas deleguem ao Senado avaliar a forma de funcionamento do colegiado.

Cortina de fumaça

Ao participar da Comissão Temporária da Covid nesta segunda-feira, o presidente da Frente Nacional de Prefeitos, Jonas Donizette, opinou sobre a ampliação do escopo da CPI. Segundo ele, embora não seja uma preocupação para os prefeitos, visto que quase todas as prefeituras, por obrigação, têm que ter um site de transparência, a ampliação criaria uma cortina de fumaça.

“A gente acredita que, na parte jurídica, na parte constitucional – o Senado, claro, tem toda competência para analisar verbas federais que foram destinadas, mas nós temos as câmaras municipais, temos as assembleias legislativas –, achamos que isso seria uma cortina de fumaça para criar um escopo enorme e não termos o foco naquilo que nós precisamos, que é o desempenho do governo federal na pandemia”, disse.

Áudio

Em uma conversa no fim de semana sobre a CPI entre o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e o presidente Jair Bolsonaro, divulgada pelo parlamentar, Bolsonaro defendeu a ampliação da investigação e disse temer um "relatório sacana" da comissão caso a apuração se concentre apenas no governo federal, conforme previsto no pedido original.

"Olha só o que você tem que fazer. Tem que mudar o objetivo da CPI, tem que ser ampla. Daí você vai fazer um excelente trabalho para o Brasil", afirmou Bolsonaro a Kajuru, no áudio. "Se mudar, 10 para você, porque nós não temos nada a esconder", disse sobre o objetivo da CPI.

Mourão

Sem estender a polêmica, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, também engrossou hoje o coro em defesa de uma CPI mais abrangente. "Como está colocado ali, tem dois aspectos. Um é muito amplo: 'Ações de combate a pandemia'. Então, acho que tem que envolver também estados e municípios", disse Mourão.

Por: Karine Melo

Agência Brasil

CAIXA amplia carência do Pronampe para 11 meses

A CAIXA disponibiliza, a partir desta segunda-feira (12/04), a possibilidade de ampliação da carência para pagamento do Pronampe a todas as empresas que contrataram a linha de crédito e que solicitarem o aumento do prazo, que pode ir de 8 para 11 meses. O procedimento não altera o prazo total do contrato e pode ser feito pelo Internet Banking CAIXA (IBC), no espaço destinado aos contratos, na opção “Solicitar Prorrogação de Pausa Pronampe”.

Foto: Marcelo Camargo
    Agência Brasil

A medida, autorizada pela Assembléia Geral Extraordinaria do Fundo Garantidor de Operações (FGO), é mais uma das ações adotadas pela CAIXA em continuidade ao enfrentamento dos impactos causados pela COVID-19. Desde o início das contratações do Pronampe na CAIXA, em 16 de junho de 2020, já foi contratado um montante de R$ 16,4 bilhões.

Líder em crédito no Pronampe

A CAIXA foi a instituição financeira que mais concedeu crédito para micro e pequenas empresas por meio do Pronampe, com 41,7% de todos os contratos firmados no país. O banco foi ainda o primeiro a operar com a modalidade.

Por: Assessoria CAIXA

CAIXA credita primeira parcela do Auxílio Emergencial a mais 236 mil novas famílias

A CAIXA realizará o pagamento do Auxílio Emergencial a 236 mil novos beneficiários aprovados. Desse total, os nascidos entre janeiro e maio receberão a primeira parcela na próxima quinta-feira (15/04). Os que nasceram depois de maio entram no calendário normal de repasses, que pode ser consultado no endereço: auxilio.caixa.gov.br.


Os pagamentos serão realizados nas contas Poupanças Sociais Digitais,movimentadas por meio do aplicativo CAIXA Tem. A partir da data do crédito, os valores já podem usados para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de um milhão de estabelecimentos comerciais.

Calendário de pagamentos da primeira parcela para os novos aprovados:

• Nascidos em janeiro, fevereiro, março, abril e maio: 15 de abril
• Nascidos em junho: 18 de abril
• Nascidos em julho: 20 de abril
• Nascidos em agosto: 22 de abril
• Nascidos em setembro: 25 de abril
• Nascidos em outubro: 27 de abril
• Nascidos em novembro: 29 de abril
• Nascidos em dezembro: 30 de abril

Atendimento ao cidadão

Não é necessário se dirigir às agencias do banco para tirar dúvidas. A central telefônica 111 da CAIXA funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h, não tem custos e está pronta para atender os beneficiários do Auxílio Emergencial. Além disso, o banco disponibiliza o site auxilio.caixa.gov.br.

A CAIXA informa também que, para facilitar o acesso de todos os brasileiros à poupança digital, passou a custear o tráfego de dados necessário para utilizar o aplicativo CAIXA Tem. A navegação no aplicativo após a etapa de login será possível mesmo que o usuário não tenha pacote de dados suficiente.

Pelas regras estabelecidas pela Medida Provisória 1.039/2021, o Auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo.

O valor médio do benefício será de R$ 250, variando de R$ 150 a R$ 375, a depender do perfil do beneficiário e da composição de cada família.

• As famílias, em geral, recebem R$ 250;
• A família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375;
• Pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

CAIXA Tem

A conta Poupança Social Digital é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção. A movimentação do valor dos benefícios pode ser realizada por meio digital, com o uso do App CAIXA Tem. Cerca de 75% das movimentações

das contas Poupanças Sociais Digitais são feitas de maneira digital, por meio do CAIXA Tem.

Pelo aplicativo, é possível realizar compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code.

O beneficiário também pode pagar contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas pela opção “Pagar na Lotérica”.

A partir da data de disponibilização dos recursos para saque ou transferência, também de acordo com o mês de nascimento, os beneficiários poderão transferir os recursos para contas em qualquer banco, sem custo, ou realizar o saque em terminais de autoatendimento e casas lotéricas.

Por: Assessoria Caixa

Como o estresse pode levar à queda de cabelo

 

 

Pesquisa da Universidade de Harvard também encontra possível substância que pode estimular o crescimento dos fios

 

Em situações de estresse, a esfera psicológica não é a única afetada, e os impactos também podem ser sentidos através de respostas do próprio corpo. Em um recente estudo publicado na revista Nature, cientistas descobriram que o hormônio do estresse pode inibir a regeneração do folículo capilar e levar a uma maior queda de cabelo.

Foto: Shitterphoto/pexels

 Os folículos capilares são estruturas da pele responsáveis pela produção e crescimento dos fios, e são uma das únicas regiões em mamíferos capazes de passar por consecutivas renovações ao longo da vida. O processo é caracterizado por um ciclo que varia entre duas fases: crescimento e repouso. Na primeira, as células-tronco presentes no folículo são ativadas, regenerando o cabelo e permitindo o crescimento dos fios. Já no repouso, as células entram em um estado quiescente, ou seja, deixam de se multiplicar e não renovam os tecidos, de modo que os fios caem com maior facilidade.

 “Meu laboratório está interessado em compreender como o estresse afeta a biologia das células-tronco e dos tecidos, estimulado, em parte, pelo fato de que todos têm uma história para contar sobre o que acontece com a sua pele ou cabelo quando estão estressados”, diz Ya-Chieh Hsu, uma das autoras do estudo.

 Os pesquisadores da Universidade de Harvard analisaram como a corticosterona — hormônio associado ao estresse presente em roedores, equivalente ao cortisol nos humanos — regula a atividade do folículo capilar em ratos. Eles descobriram que o aumento nos níveis da substância faz com que as células-tronco permaneçam na fase de repouso por mais tempo, sem que haja a reparação do folículo.

 Quando o hormônio era retirado, o estado quiescente era significativamente reduzido, e a fase de crescimento se mantinha constante por toda a vida, ao contrário do que costuma ocorrer — em geral, a regeneração dos folículos capilares diminui conforme o envelhecimento.

 Além de fazer a relação entre o comportamento do folículo capilar e a presença da corticosterona, os cientistas também investigaram os mecanismos que levavam a esses resultados. “Primeiramente, nós nos perguntamos se o hormônio do estresse estava regulando diretamente as células-tronco, e verificamos isso ao retirar o receptor da corticosterona, o que se provou errado”, explica Sekyu Choi, autor principal da pesquisa. Em vez disso, eles descobriram que a substância age em um grupo de células localizadas abaixo do folículo capilar, conhecido como papila dérmica.

 A corticosterona inibe a produção de Gas6, uma molécula secretada pela papila dérmica que ativa as células-tronco dos folículos e promove sua multiplicação. “Tanto em situações normais quanto de estresse, a adição do Gas6 foi suficiente para ativar as células que estavam em fase de repouso e estimular o crescimento dos fios”, afirma Choi. Com a descoberta, o especialista acredita que é possível explorar o potencial da substância no crescimento de cabelo.

 Embora a corticosterona e o cortisol sejam da mesma família de hormônios, os pesquisadores apontam que ainda é necessário conduzir mais estudos para verificar se os efeitos serão idênticos no organismo humano.

 

Fonte: Mariana Nakajuni, 

da Agência Einstein

Consumo de fibras pode reduzir inflamações causadas pela Covid-19

 

Pesquisadores da Unicamp analisaram o papel dos ácidos graxos no controle da doença

Consumir fibras pode diminuir o impacto da Covid-19 no organismo. É o que revela um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em que pesquisadores brasileiros constataram que compostos produzidos no intestino a partir da fermentação de fibras alimentares ajudaram a reduzir inflamações em pacientes com a doença.

Foto: Larissa Deruzzi/Pexels

 Para a elaboração da pesquisa, cujos resultados foram publicados na revista Gut Microbes, os pesquisadores colheram amostras de tecido do cólon de 11 pacientes saudáveis. Nenhum deles havia contraído a Covid-19 nem possuía alterações no intestino. Foram coletadas também células epiteliais, que revestem internamente o órgão. Em seguida, as amostras foram infectadas com o vírus SARS-CoV-2 e divididas em dois grandes grupos: um de controle e outro que foi tratado com uma mistura de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC).

 Os AGCC atuam no metabolismo e na regulação da resposta imune quando o organismo é acometido por infecções. Essas substâncias são produzidas a partir da ação de bactérias presentes na flora intestinal, que realizam a fermentação das fibras, um tipo de carboidrato encontrado em alimentos como frutas, vegetais, leguminosas e grãos integrais. Estudos recentes demonstraram que pacientes afetados pela Covid-19 apresentam uma diminuição nas bactérias que produzem os AGCC. Além disso, o vírus é capaz de entrar nas células intestinais e alterar suas funções, levando a sintomas como vômito, diarreia e dores abdominais.

 

“Tínhamos a hipótese de que uma redução na produção dos ácidos graxos de cadeia curta afetaria a entrada do SARS-CoV-2 e a resposta das células intestinais”, diz o estudo. Diferentemente do que foi inicialmente proposto, os cientistas descobriram que a presença dos AGCC não interfere na infecção e replicação do vírus no órgão. Porém, as amostras tratadas com a mistura apresentaram uma menor expressão de interferon-beta (IFN-beta), uma molécula envolvida no processo chamado de “tempestade de citocinas”, reação imune do organismo que leva a quadros inflamatórios nos casos mais graves de Covid-19.

 Além disso, houve uma diminuição do gene DDX58, um receptor que reconhece células infectadas pelo vírus e desencadeia respostas que estimulam a inflamação. Os pesquisadores também notaram uma menor presença da proteína TMPRSS2, que facilita a entrada do SARS-CoV-2 nas células. No entanto, o estudo sugere que, neste caso, a atenuação da proteína não é suficiente para gerar um efeito significativo e evitar a infecção, já que a quantidade de vírus nas amostras tratadas e não tratadas era a mesma.

 Ainda que os resultados tenham se desviado da hipótese inicial, os cientistas afirmam que “essas descobertas não excluem a possibilidade de que os ácidos graxos de cadeia curta possuam um impacto significativo na infecção por SARS-CoV-2”. Segundo eles, os efeitos da resposta ao vírus pela flora intestinal podem depender das interações com outros tipos de células, o que requer novos estudos para compreender os mecanismos por trás da infecção.

 O estudo faz a ressalva de que o pequeno número de participantes e a falta de amostras de pacientes infectados pelo novo coronavírus podem trazer limitações aos resultados. Por outro lado, reconhecem que “o uso de amostras humanas, mesmo que de pacientes não infectados, fornece uma contribuição relevante para estabelecer o potencial papel dos AGCC nessa doença pandêmica”.

 

Fonte: Mariana Nakajuni, 

da Agência Einstein 

Liberação de academias depende de recuo de índices de contaminação, aponta secretário

 

Segmento ficou de fora da primeira semana de retomada das atividades estabelecida pelo governo estadual. Plano será reavaliado ao fim desta semana


De fora do novo decreto do Governo do Estado, divulgado no último sábado (10), a liberação do funcionamento das academias vai depender do recuo dos índices de contaminação, apontou Flávio Ataliba, coordenador do Comitê de Retomada e secretário executivo de Planejamento, em live realizada nesta segunda-feira (12). 

Foto: Victor Freitas/Pexels

"Nesse processo, estamos numa situação ainda não muito confortável em termos de indicadores sanitários. Temos uma tendência de estabilização, mas em números muito alto de internações. Precisamos ter uma situação um pouco mais confortável, vamos observar os indicadores. Gostaríamos abrir todos os setores ao mesmo tempo, mas temos que ter um pouco de calma", afirmou. 

No novo decreto, foi autorizado o funcionamento presencial de comércios e serviços (que inclui cabeleireiros, cartórios, consultórios odontológicos, etc.)  desde que respeitando os protocolos sanitários e os horários previstos no documento (de 10h às 16h, para comércios de rua; de 12h às 18h, para shoppings). No interior, porém, os municípios podem optar por adotar um horário único, de 7h às 13h, para liberar as atividades.

MANIFESTAÇÃO 

A exclusão das academias nesta primeira semana desagradou o segmento. Na manhã de ontem (11), profissionais do setor se reuniram na Praça da Imprensa, em Fortaleza, para protestar contra as medidas, mas o ato, que descumpre o que está previsto no decreto de isolamento social rígido, foi impedido pela Polícia.

O Conselho Regional de Educação Física da 5ª Região (CREF5-CE) informou que deve se reunir com o Governo para negociar a retomada. 

Por: Redação Diário do Nordeste