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Papa atribui “ressurgimento bárbaro” do antissemitismo ao populismo



Pesquisa de entidade de direitos humanos dos EUA aponta que um em cada quatro europeus têm atitudes fortemente negativas em relação aos judeus

papa Francisco denunciou nesta segunda-feira, 20, o “ressurgimento bárbaro” do antissemitismo em todo o mundo durante reunião com uma delegação do Centro Simon Wiesenthal, organização de direitos humanos que luta contra a intolerância aos judeus. O pontífice vinculou esse fenômeno ao populismo. 
“[O aumento do egoísmo e da indiferença no mundo] cria um terreno fértil para as formas de partidarismo e populismo que vemos ao nosso redor, onde o ódio brota rapidamente e é disseminado”, disse o papa.
Francisco destacou que o 75º aniversário da libertação do campo de extermínio de Auschwitz, na próxima semana, deve ser um lembrete contra essa indiferença. Mas teve o cuidado de não mencionar especificamente nenhum país ou movimento populista.
O papa Francisco, que visitou e conduziu uma missa em Auschwitz em 2016, disse que lembrar o Holocausto é vital para garantir que atrocidades semelhantes não ocorram novamente. O representante da Igreja Católica já havia dito, também, que antissemitismo “não é nem humano, nem cristão”.
“Se perdermos nossa memória, destruiremos nosso futuro. Que o aniversário da crueldade indescritível que a humanidade descobriu há 75 anos sirva como uma convocação para fazer uma pausa, ficar quieto e lembrar”, disse ele.
No mês passado, no leste da França, dezenas de sepulturas judaicas foram profanadas em um cemitério, horas antes de parlamentares adotarem uma resolução que equipara antisionismo ao antissemitismo. De acordo com o Comitê Consultivo Nacional de Direitos Humanos, os atos antissemitas aumentaram mais de 70% no país em 2018, em comparação com o ano anterior.
Segundo dados do governo da Alemanha, o país observou um aumento de 20% nos crimes antissemitas em 2018, além de 62 ataques antissemitas violentos, em comparação com 37 em 2017. Já no Reino Unido, a ONG Community Security Trust registrou 1.652 incidentes anti-semitas em 2018, sendo que 123 envolveram violência física.
Além disso, a ONG judaica Liga Anti-Difamação, dos Estados Unidos, concluiu em novembro passado que as atitudes antissemitas haviam aumentado ao redor do mundo – especialmente na Europa Central e Oriental. A pesquisa apontou que um em cada quatro europeus têm atitudes fortemente negativas em relação aos judeus.
Os nazistas e seus colaboradores mataram cerca de seis milhões de judeus sob o regime do totalitário Adolf Hitler. Milhões de outros grupos minoritários também foram mortos, incluindo homossexuais, ciganos e dissidentes políticos.
(Com Reuters)
Foto: Remo Casilli/Reuters




Protesto de ativistas pró-armas nos EUA termina sem incidentes


Milhares de pessoas marcharam pelas ruas de Richmond, capital do Estado da Virgínia, contra legislação que avançou na assembleia estadual

Milhares de ativistas armados encheram as ruas ao redor do Capitólio de Richmond, capital do Estado da Virgínia, Estados Unidos, nesta segunda-feira, 20, para protestar contra legislação que almeja o controle da venda e porte de armas e que estão avançando na nova assembleia estadual, controlada pelos democratas.
Apesar de temores de que neonazistas e outros extremistas se aproveitariam do protesto para provocar distúrbios como os episódios de violência em uma manifestação de nacionalistas supremacistas brancos na cidade de Charlottesville em 2017 e que terminou com a morte de uma manifestante contrária aos protestos, a polícia do Capitólio reportou apenas uma prisão.
A detenção foi de uma mulher de 21 anos que usava uma bandana na frente do rosto e que foi avisada duas vezes de que máscaras não eram permitidas.
Gritos de “USA! USA! USA!” e outros elogiando o presidente Donald Trump reverberaram enquanto homens e mulheres portando pistolas e rifles tomaram as ruas ao redor do capitólio estadual da Virgínia marchando lado a lado por uma extensão de três quadras em todas as direções.
Havia um forte esquema de segurança após o governador Ralph Northam proibir a entrada de armas nas dependências do capitólio após o FBI prender na semana passada três supostos neonazistas que disseram ter a intenção de usar o evento para iniciar uma guerra racial.
Mas às 13h (horário local) quase todos os manifestantes já haviam deixado a área, enquanto voluntários limpavam o lixo que havia sido deixado. A polícia do capitólio estimou que o ato teve o comparecimento de 22 mil pessoas.
Os ativistas presentes no comício organizado pela Liga de Defesa dos Cidadãos da Virgínia argumentam que o Estado está tentando acabar com o direito de portar armas, que é protegido pela segunda emenda da Constituição dos Estados Unidos.
Por  Redação Veja


Procuradoria do MPF quer anular atos de Alvim na Secretaria da Cultura



Pedido será analisado pela Procuradoria da República no DF e pode acarretar no cancelamento das nomeações do ex-secretário

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), que integra o Ministério Público Federal (MPF), encaminhou à Procuradoria da República no Distrito Federal um documento que defende a anulação de todos os atos de Roberto Alvim à frente da Secretaria Especial da Cultura do governo federal, incluindo nomeações.
Na representação, a PFDC também cobra de Alvim responsabilização administrativa e criminal por ter parafraseado o ministro da Propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbles, em um discurso postado nas redes sociais. A cópia causou a queda do secretário.
O documento tem como base uma representação enviada à PFDC por um conjunto de juristas e acadêmicos, como o deputado federal Alexandre Padilha (PT), o ex-reitor da Universidade de Brasília José Geraldo de Soua e o ex-procurador-geral do Estado de São Paulo Marcio Sotelo Felippe. O pedido será analisado pela Procuradoria da República no Distrito Federal, que decidirá se encaminha ou não o documento à Justiça.
A procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, destaca que objetivo da ação é tornar evidente que “não há espaço no Brasil para flertes com regimes autoritários”. “A mera destituição do cargo não é resposta suficiente a uma conduta que atinge os valores estruturantes da Constituição brasileira”, justifica Duprat.
“Suas implicações são tamanhas que é possível concluir que o ex-secretário orientou toda a sua gestão inspirado pelo ideário anunciado. Nesse sentido, as nomeações que realizou devem ser declaradas nulas, porque não é possível conviver com a dúvida de que subsistam, naquela secretaria especial, pessoas que sigam adiante com os mesmos propósitos”, acrescenta a procuradora.
Os autores da representação não apontam quais os crimes poderiam ser indiciados na ação judicial, mas mencionam um precedente do Supremo Tribunal Federal (STF), que equiparou a apologia ao nazismo ao crime de racismo. “Enquanto no direito penal, de maneira geral, há um conjunto de normas que, com o passar do tempo, gera o direito ao esquecimento, no racismo – e apenas nesse crime – há um imperativo de memória permanente”, reforça Duprat.
Por: Redação Veja/Foto: O Globo

Carlos Bolsonaro é contra Regina Duarte na Secretaria da Cultura




Filho de Jair Bolsonaro, o vereador do Rio ficou irritado com indicação da atriz para a pasta
Convidada por Jair Bolsonaro (sem partido) para ser a nova Secretária da Cultura, a atriz da TV Globo, Regina Duarte, não é unanimidade dentro do clã presidencial. O vereador pelo Rio, Carlos Bolsonaro (PSC), não gostou nada do interesse do pai em nomear a artista no cargo após a demissão de Roberto Alvim, ex-titular da pasta que publicou um vídeo nas redes sociais de referência ao nazismo. Incomodado, Carlos a considera uma “comunista” e, segundo ele, a escolha deveria ser de um nome com o perfil mais identificado com a causa bolsonarista.
A irritação de Carlos Bolsonaro foi testemunhada por pessoas que estavam no gabinete do irmão dele, o senador Flavio Bolsonaro (sem partido-RJ), na semana passada, em Brasília. No local, havia ainda assessores do parlamentar na reunião. Depois da tensa conversa, antes mesmo de Regina Duarte sinalizar se aceitaria ou não ocupar a secretaria, o vereador deixou o local batendo a porta e sem falar com quem aguardava Flavio do lado de fora.
Além de considerá-la “comunista” – Regina Duarte lutou contra a ditadura na arte, regime defendido por Jair Bolsonaro, era monitorada e vista como de esquerda pelos militares e tem foto ao lado de Fidel Castro -, Carlos argumenta que ela é uma “artista global”. Ou seja: funcionária da emissora de TV a qual o pai declarou guerra. Mesmo com o filho contra a decisão, o presidente manteve o convite porque considera que Regina possa abrir as portas com sua influência e aproximá-lo do meio artístico, onde a atriz é referência.
De acordo com quem estava no gabinete, Carlos afirmou que a escolha por Regina Duarte seria “péssima” para o governo porque, na visão dele, ela é vista como “isentona”. Em 2018, a atriz, no entanto, defendeu o voto em Jair Bolsonaro. Até as 14h desta terça-feira, o vereador também não havia feito qualquer reverência à atriz no Twitter, no Instagram e no Facebook.
Regina Duarte irá a Brasília nesta quarta-feira, 22, para conhecer a estrutura da secretaria. Ela encerrará seu contrato, que acabaria em junho, com a TV Globo. Polêmico e com influência no Planalto, Carlos Bolsonaro já protagonizou confusões no governo do pai e gerou crises. Procurado, o parlamentar não foi encontrado até o fechamento desta reportagem. VEJA também ligou para gabinete dele na Câmara do Rio, mas ninguém atendeu.
A ‘fritura’
Um grupo bolsonarista insatisfeito com a nomeação de Regina Duarte chegou a articular a indicação do ator Carlos Vereza para substituir Roberto Alvim. Formado por deputados simpatizantes de Bolsonaro que ainda estão no PSL, o movimento iniciou um processo de “fritura” da atriz, sem sucesso. No ano passado, Regina foi alvo de críticas após declarar ser contra a censura de uma revista em quadrinhos que trazia o beijo de um casal gay na Bienal do Livro.

Foto: Reprodução / Por Cássio Bruno

Regina Duarte já cogita blindagem nas redes sociais para evitar ataques



Atriz passará por testes na Secretaria da Cultura antes de aceitar convite feito por Bolsonaro. Indicação é alvo de críticas do setor ideológico do governo

Regina Duarte nem bem assumiu a Secretaria da Cultura do governo de Jair Bolsonaro e já entendeu como funciona a máquina de assassinar reputações dos setores ideológicos da administração federal. A atriz utilizou sua página no Instagram para dizer que cogita se blindar nas redes sociais para evitar ataques de pessoas descontentes com sua decisão de assumir um cargo na administração federal.
O texto postado acompanhava uma foto do encontro que ela teve na segunda, 20, com o presidente e o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. “Deixa eu curtir um pouquinho mais a alegria de sentir que posso ser respeitada no meu amor pelo Brasil e pelo povo brasileiro? Daqui a pouco sei que posso vir a ter que me blindar das redes sociais onde, talvez, quem sabe, podem me atacar mais ainda em função do cargo”, afirmou. 
Bolsonaristas mais radicais vem publicando há dias uma foto antiga em que Regina Duarte aparece ao lado do ditador cubano, Fidel Castro, para tentar desmoralizar sua escolha para a Secretaria da Cultura, conforme revelou a coluna Radar. A entrada da atriz da Rede Globo na administração federal desagradou a ala ideológica que é ligada ao polemista Olavo de Carvalho.
Entre os inconformados com a indicação está o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). O filho Zero Dois do presidente considera a atriz uma “comunista” e, segundo ele, a escolha deveria ser de um nome de perfil mais identificado com a causa bolsonarista.
Foto: Twitter Jair Bolsonaro/Reprodução
Por: Redação Veja

Estudante cearense cita Cine Holliúdy e alcança nota 1.000 na Redação do Enem 2019



Uma sala de cinema no interior nordestino veio à mente do estudante Daniel Gomes, de 25 anos, no momento em que escrevia a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 na qual alcançou nota máxima. Daniel citou o filme Cine Holliúdy para argumentar sobre a “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”, tema da prova, e foi avaliado com 1.000. O resultado deve ajudar o estudante a entrar no curso de Medicina.

“Citei que a modernidade naquela comunidade sertaneja era traduzida pela exibição de filmes e aproximação daquelas pessoas com a sétima arte”, esclarece o estudante sobre como relacionou o filme com tema da redação. No longa, os moradores do Crato, na região do Cariri, voltam às salas de cinema mesmo com a popularização da TV nos anos 1970. “O filme trata o cinema, na minha visão, como um ser com vida própria que interage com as pessoas ao redor”, ressalta.
Halder Gomes, cineasta responsável pela obra, foi procurado pelo Sistema Verdes Mares e conta que recebeu muitas mensagens após a prova de candidatos que também citaram Cine Holliúdy na redação. Saber que uma delas recebeu nota máxima foi de uma "alegria imensúravel", como define. "Mostra a atemporalidade do filme e a importância dele no contexto do que era proposto na redação de falar da democratização do cinema no Brasil. Cine Holliúdy é isso na sua essencia", ressalta.
Relacionar o tema da redação com produções culturais demonstra domínio do assunto pelo estudante e é um dos quesitos avaliados na redação do Enem. Daniel encontrou em Cine Holliúdy a maneira de evidenciar esse tipo de bagagem. “Busquei construir um banco de repertório cultural produtivo que pudesse ser usado na redação, como grandes obras literárias e conceitos filosóficos. Por fim, acabei citando um filme nacional que fala sobre cinema”.
O estudante, que pretende cursar Medicina, conta que escreveu cerca de 80 redações e fez a leitura de outros textos aprovados com nota máxima. Ele destaca que, com bom preparo, qualquer estudante pode alcançar um bom desempenho na prova. “Obtendo sucesso na redação ou não, há sempre a possibilidade de evolução no próximo ano. Qualquer um que esteja disposto a aprender e praticar tem potencial de tirar uma excelente nota”, conclui.
Vaga na faculdade
Daniel foi um dos seis estudantes cearenses que atingiram nota máxima na redação no Enem 2019. No país, apenas 53 pessoas conseguiram nota 1.000 na prova de redação que avalia o texto dissertativo-argumentativo. A nota da redação contribui para a média final do candidato, utilizada para a disputa de vagas no ensino superior de instituições de todo o Brasil.


Por Redação Diário do Nordeste
Foto: Site Omelete 





Prefeito Arnon Bezerra anuncia reajuste salarial do magistério de 12.84%




Loureto ainda destaca o compromisso da atual gestão para com a educação, tendo em vista que o município saiu da cor vermelha, subindo para a cor verde escuro. A Seduc também conseguiu regularizar o calendário acadêmico depois de seis anos. Para isso foi necessário planejamento e engajamento por parte de todos os servidores, utilizando sábados como dias letivos.
Ano letivo de 2020
Por meio de reunião ocorrida no último dia 09, ficou definido que a primeira semana da jornada pedagógica deste ano constará de uma programação que ressalta as áreas administrativa, técnica, pedagógica e social, onde no primeiro dia os gestores receberão professores e funcionários, com o objetivo de apresentar e discutir a lotação e informes da Seduc, bem como realizar diagnóstico do ano de 2019 e, ainda, discutir a importância da transição do aluno no contexto escolar, físico e cognitivo.
No dia 28 haverá planejamento para o diagnóstico em tempo real, planejamento pedagógico com o coordenador pedagógico e roda de conversa entre o diretor, funcionários e servidores em condição de readaptados. Já no dia 29 será realizado diagnóstico em tempo real, voltado para o desenvolvimento cognitivo.
Dia 30 ocorrerá atividades de reforço para o processo de transição e, no dia 31, o aluno estará em casa com atividade validada, entregue no dia anterior. Haverá ainda planejamento com os professores, com fundamentação no diagnóstico. Finalizada esta primeira semana, na seguinte, durante os dias 03, 04 e 05, acontecerá capacitação com a temática voltada para avaliações.