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» » » » » Mais de um século depois o nordeste continua de promessas

Desde o império, pelos idos de 1850 o monarca Dom Pedro II, em visita ao semiárido cearense, afirmara: “Venderei até a última joia da coroa, mas solucionarei o problema da seca no Nordeste”. Nada além de  uma bravata que continuamos ouvindo até hoje dos sucessivos  governos.
O tempo se foi e nada fez mudar o discurso eleitoreiro que a cada ano satura os ouvidos dos sertanejos.
Todo semiárido continua a viver o flagelo das secas, o sofrimento do sertanejo continua o mesmo. O calvário dessa gente não acaba nunca.
Que sofrimento pode ser maior para um ser humano do que não ter água fácil para a sede de sua família, dos pequenos rebanhos, chuva para molhar as lavouras que lhes dão o sustento diário.
Que cruz pode ser mais pesada para carregar que ver nada brotar da terra esturricada que fumaça pelo calor ardente do sol?
Mais de um século e meio depois, agora o presidente Jair Messias Bolsonaro volta a repetir, para o nordestino, a mesma frase dita com outras letras “Trarei tecnologia de Israel, que tem clima e escassez d’água igual ao nordeste, para mudar a cultura de convivência com a seca nordestina!”.
Chegarmos ao século 21 ouvindo as mesmas lorotas eleitoreiras, o velho filme protagonizado pela desgraça da fome, da miséria resultado das sucessivas secas que teimam em castigar o nordeste.
A região considerada mais crítica á o sertão do São Francisco onde o sol inclemente castiga a terra e as plantas, que é cortada pelo rio São Francisco, mas água não parece ser a solução, apenas ameniza, porque existem milhares de hectares devolutos às margens do rio.
A transposição das águas do São Francisco para o sertão é uma esperança, também para amenizar alguns trechos do semiárido, porque são poucas, e por isso estão sendo pesadas, medidas e contadas.
O próprio Presidente Jair Bolsonaro tem conhecimento das agruras nordestinas, mas demora em disponibilizar as soluções.
Os governos anteriores resolveram o problema dando esmolas através de programas sociais, viciando o nordestino a viver eternamente de pires nas mãos.
Israel mostrou para o Mundo que é possível viver, plantar e colher no deserto. E assim a agricultura em Israel é um dos aspectos econômicos desenvolvidos. Israel é um grande exportador de produtos hortícolas e frutícolas, e líder mundial em pesquisa agrícola, apesar de sua geografia extremamente hostil à prática das atividades agrícolas. Mais da metade do país é composta de solos desérticos, com pouquíssima incidência pluviométrica e um clima hostil. Apenas 20% das terras de Israel são agricultáveis.
A agricultura representa 2,5% do PIB total e 3,6% das exportações. Enquanto os trabalhadores agrícolas israelenses representam apenas 3,7% da força de trabalho interna, eles produzem 95% dos produtos naturais consumidos dentro de Israel.
O Cariri cearense tem terras agricultáveis da melhor qualidade, são úmidas por terem proximidades com dezenas de fontes que jorram dos pés da Serra do Araripe. No topo da serra há um chapadão com milhares de hectares também de terras férteis e propícias para o plantio de mandioca, caju que podem ser consorciados com macaxeira, amendoim entre outros.
No vale, as terras fecundas, que se estende por sessenta quilômetros estão prontas para gramíneos e hortifrútis.
Que venha a tecnologia israelense, porque em muitos lugares água não será o problema. É sabido que em cada ponto úmido das terras nordestina é prenúncio de água no subsolo. O que o sertanejo precisa é de um kit: Um poço, um cata-vento puxador de água, uma caixa d’água, tecnologia, custeio e demais implemento para irrigação por gotejamento.
Há um porém, o homem sertanejo, propriamente dito, envelheceu e está aposentado e seus descendentes, os que seriam futuros trabalhadores, não entendem de agricultura e vivem nas cidade preferindo entender de ociosidade, celulares e motos.



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