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» » » Gol tem reservas de caixa para mais 10 meses

A Gol informou nesta quarta-feira que tem R$ 4 bilhões em reservas de caixa, correspondentes a 10 meses de operações. As informações ainda não auditadas foram publicadas pela companhia no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Foto: Luiz Souza/NurPhoto via Getty Images

A empresa diz que no mês de abril o consumo líquido de caixa foi de R$ 6 milhões por dia, mas que a projeção é de que esse patamar passe a R$ 5 milhões diários de maio até o fim de 2020.


Em abril, a empresa operou, em média, 50 voos por dia, cerca de 7% dos realizados no mesmo mês em 2019. Em maio, esse índice deve chegar a 12%, com a previsão de reabertura dos aeroportos de Foz de Iguaçu, Navegantes e Maringá, assim como o reinício de um número limitado de voos a partir de Congonhas, em São Paulo, para os aeroportos de Santos Dumont e Galeão, no Rio de Janeiro.
No mês passado, 120 aeronaves da companhia ficaram paradas, correspondente a 92% da frota da empresa. A receita bruta de abril foi de R$ 138 milhões, com taxa de ocupação de 79%.
A empresa estima uma queda de 45% na oferta de voos, incluindo recuo de 30% no quarto trimestre deste ano, mantendo ainda flexibilidade para responder a possíveis mudanças de demanda.

Financiamento

A Gol informou que está em discussão um novo financiamento entre R$ 750 milhões e R$ 1 bilhão, garantido por ativos não onerados com um “valor financeiro da vida do cliente” (LTV) de 50% a 60%. Ela atualmente dispõe de R$ 1,7 bilhão em ativos não onerados.
Em março, a Gol chegou a um acordo de compensação pela suspensão dos aviões 737 Max, da Boeing, e de reestruturação da carteira de pedidos, pelo qual recebeu R$ 500 milhões em dinheiro em abril e retém um valor presente total de R$ 1,9 bilhão a receber nos próximos anos. A companhia diz que não tem pagamentos planejados de novas aeronaves nos próximos 24 meses.
Além disso, a meta da empresa é devolver 18 aeronaves arrendadas em 2020 e outras 30 entre 2021 e 2022. Sete aeronaves B737-800 foram devolvidas no primeiro trimestre e outras quatro B737-800 devem ser entregues no segundo trimestre. “Em decorrência de uma demanda esperada mais fraca e da necessidade de menores custos de arrendamento por assento-quilômetro, a companhia atualmente avalia uma redução de frota focada nos seus 23 B737-700”, diz a empresa em comunicado na CVM.
A companhia aérea cortou os recebimentos do Boeing 737 Max para 2020, 2021 e 2022 em 14, 20 e 13 aeronaves, respectivamente. Ela também reduziu o investimento em R$ 200 milhões para um total de R$ 300 milhões entre maio e dezembro.
A Gol também informou que, atualmente, tem aproximadamente US$ 100 milhões investidos em um portfólio de 17 milhões de barris de petróleo para os períodos mensais de maio de 2020 a dezembro de 2022.
Raquel Brandão
Valor Econômico

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