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» » » Petrobras registra prejuízo de R$ 48,523 bilhões no primeiro trimestre

 A Petrobras registrou prejuízo de R$ 48,523 bilhões no primeiro trimestre deste ano. Nos primeiros três meses do ano passado, o ganho foi de R$ 4,031 bilhões. Já no último trimestre de 2019, a companhia lucrou R$ 8,153 bilhões.
Segundo a estatal, o resultado foi consideravelmente afetado pela baixa de ativos no valor de US$ 13,4 bilhões derivada da realização de teste de impairment, implicando em prejuízo contábil não recorrente de US$9,7 bilhões, sem quaisquer efeitos sobre o fluxo de caixa da Petrobras. “Consideramos que nosso forte compromisso com a transparência deva prevalecer sempre, e decidimos aplicar o teste o mais rapidamente possível contemplando um novo cenário de preços e taxas de câmbio”, disse a estatal. A mesma coisa foi feita pelas petroleiras estrangeiras.
Em carta aos acionistas, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse reforç“a disciplina na alocação do capital procedendo à completa revisão do portfólio de projetos de exploração e produção de petróleo e gás para decidir os que serão efetivamente implementados em seu formato atual ou revisados num cenário de preços em lenta recuperação para um patamar estimado emUS$50/bbl. A competição por capital entre projetos se tornou obrigatoriamente mais acirrada, somente aqueles que forem aprovados nesse “stress test” sobreviverão.
A produção de petróleo e gás da Petrobras atingiu no primeiro trimestre deste ano um total de 2,606 milhões de barris diários, uma queda de 4,5% em relação ao último trimestre do ano passado. Na comparação com os primeiros três meses de 2019, houve alta de 13,3%.
Entre janeiro e março, foram processados na refinaria 1,763 milhão de barris por dia, que representa um fator de utilização de 79% - um aumento de 3% em relação ao quarto trimestre do ano passado.
Porém, segundo a Petrobras na ocasião do anúncio, no dia 27 de abril, “apesar do resultado positivo, as restrições para a movimentação de pessoas e para o funcionamento de segmentos da economia a partir do final do trimestre tiveram como consequência a queda abrupta na demanda interna por derivados de petróleo, com exceção do GLP”.


Bruno Rosa e Ramona Ordoñez
O Globo

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