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» » » » » De qual política vamos falar ?

Paulo Elpídio Menezes é ex-reitor da UFC
De qual política vamos falar ? Da política que tem servido às ideologias e aos proxenetas que vivem delas? Ou da política dos profissionais?
É frequente ouvir-se, em reação a críticas à política e aos políticos, que a política é essencial à democracia, que sem política não há como construir instituições sólidas, estáveis e fortes.
Ninguém de bom senso contestaria a esse entendimento.
Para que exista democracia é indispensável, entretanto, que o povo reconheça a sua existência e com ela se identifique. Que se “reconheça” nos representantes que elege, aceite como legítimo o processo eleitoral e o sistema partidário, dentre outras exigências.
Ques os procedimentos de elaboração das leis e a distribuição da justiça não estejam submetidos à influência política ou de interesses econômicos.
Sem o cumprimento desses preceitos essenciais, não há como respeitar uma democracia como tal.
Como os sistemas totalitários não representam resposta aos ideais de uma sociedade democrática, o recurso está na afirmação da consciência política do povo através do voto.
Para que se tenha um voto afirmativo e independente e um sistema bem estrtururado de partidos é preciso que exista “povo”. Povo, como podemos suspeitar, faz-se com educação, condições favoráveis de vida, em um alongado banho de “cidadania”. Longe dos trilhos de bitola estreita e conveniente das ideologias.
O resto, a democracia, virá por consequência.
Por que não tentar? Os partidos e os políticos, de centro, direita ou esquerda, topariam esse risco?

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