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» » » Ibovespa ganha fôlego na reta final do pregão e fecha em alta com ajuda de bancos

A procura por estes papéis ocorre após dois dias de fortes baixas para o setor, abrindo oportunidade de compra e recuperação O Ibovespa teve um dia de bastante volatilidade e operando sem firmar direção única, mas ganhou fôlego na reta final com suporte das ações do setor bancário e influência do ambiente externo. Ainda assim, analistas apontam que um avanço mais significativo ainda é algo distante, apontando que o índice ainda permanecerá patinando nos atuais patamares no médio prazo.
Foto: Exame
Após ajustes, o Ibovespa fechou o dia subindo 1,70%, aos 95.983 pontos. O giro financeiro de R$ 18 bilhões ficou abaixo da média dos pregões deste ano, de R$ 20,4 bilhões, indicando uma ação ainda mais comedida por parte dos investidores.
No fechamento, os maiores suportes vinham de BB ON (2,45%), Bradesco (2,13% a ON e 2,40% a PN), Itaú PN (1,20%) e units do Santander (1,70%).
A procura por estes papéis acontece após dois dias de fortes baixas para o setor, abrindo oportunidade de compra e recuperação. Além disso, o relator da medida provisória (MP) 944, que cria uma linha de crédito para quitação de salários, o deputado Zé Vitor (PL-MG), retirou de seu parecer o aumento da alíquota de 4% para 7,6% da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) de instituições financeiras, com exceção de cooperativas.
Nesta semana, BB ON tem perdas de 2,74%, enquanto Bradesco tem desvalorização de 1,80% na ON e de -4,52% na PN. Já o Itaú perde 6,91% no mesmo período, algo bastante próximo ao recuo de 6,70% visto nas units do Santander. Assim, a alta também é explicada por uma recuperação técnica do setor que aconteceu durante todo o dia.
Itaú PN e Bradesco PN também foram, respectivamente, o primeiro e o quarto ativo mais negociados de todo o mercado à vista.
No exterior, apesar do temor com o aumento no número de casos do coronavírus, as notícias sobre um alívio nas regulações financeiras dos EUA também garantiram um sentimento mais positivo e impulsionaram as ações dos bancos por lá, com reflexos na bolsa brasileira.
Outros suportes importantes para o dia vieram de Petrobras (1,87% a ON e 2,14% a PN) e Vale ON (1,10%), com a estatal seguindo a recuperação dos preços do petróleo (1,84% o Brent e 1,87% o WTI).
Para Arnaldo Curvello, sócio-diretor e gestor da Ativa Wealth Management, a sensação de que a bolsa empacou após o rali visto no início do mês é condizente com as condições observadas na cena local, quadro que não deve mudar no médio prazo.
"As bolsas passaram por uma correção importante após a derrocada dos mercados em março, mas não é razoável imaginar que voltamos ao 'bull market'. O Ibovespa avançou conforme necessário e agora estamos vendo o mercado se ajustando e acomodando nestes níveis atuais, o que é esperado dadas as incertezas ainda presentes e nosso risco político", afirma.
Ele acrescenta que parte deste ajuste da bolsa também ocorre de acordo com o impacto do excesso de liquidez nos mercados globais nos preços das ações, algo que será melhor dimensionado nos próximos meses. De imediato, o principal efeito disso é a volatilidade observada mais cedo neste pregão.
Gerd Altmann / Pixabay
Ana Carolina Neira
Valor Econômico

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