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» » » » Ceará lidera crescimento no Nordeste no número de domicílios ligados à rede de esgotamento sanitário entre 2016 e 2019

A quantidade de domicílios ligados à rede geral de esgotamento sanitário ou com fossa ligada à rede no Ceará cresceu 2,9 pontos percentuais (p.p) em 2019 em comparação a 2016. Tal resultado, inclusive, superou o desempenho brasileiro, que foi de 1,9 p.p, e do Nordeste, 2,1 p.p. no mesmo período. Enquanto o Ceará cresceu a uma taxa geométrica de 2,09% no período de 2016 a 2019, o desempenho de Nordeste ficou em 1,56% e o Brasil em 0,95%. A constatação está no Enfoque Econômico (nº 221 – agosto/2020) – O tipo de esgotamento sanitário dos domicílios cearenses em 2019, que acaba de ser publicado pela Diretoria de Estudos Sociais (Disoc) do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).
O trabalho mostra que o estado de São Paulo apresentou o maior índice de residências ligadas a rede geral, com 92,6%, seguido por Rio de janeiro, com 90,3%, e Distrito Federal, com 88%. Os piores resultados estão no Piauí, com apenas 7,9%, Rondônia, com 15,2%, e Amapá, com 18,6%. As menores taxas estão na região Norte e Nordeste, onde apenas os estados de Pernambuco (61,8%) e Bahia (56,6%) não apresentaram taxas inferiores a 50%. Isso significa que menos da metade dos domicílios em sete estados da região tiveram o esgoto produzido em casas ligado a rede geral. Com 48,1% de domicílios com esgoto ligado a rede, o Ceará foi o quarto da região Nordeste com maior taxa, ficando atrás de Pernambuco, Bahia e Paraíba (49,8%).
De acordo com a autora do trabalho, a assessora Técnica Raquel da Silva Sales, que contou com a colaboração da estagiária Brysa dos Santos Fernandes, os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD -C) de 2019 do IBGE mostraram que, dos 72,4 milhões de domicílios particulares e permanentes no Brasil, 71,9 milhões tinham banheiro, sanitário ou buraco para dejeções. A forma de esgotamento sanitário desses domicílios foi, na maior parte, por rede geral. “Esse estudo tem como objetivo analisar as informações, divulgadas em maio (06)o pelo IBGE, da PNAD Contínua de 2019 para Ceará, em comparação aos demais estados referentes a fonte de esgotamento sanitário domicílios ditos particulares e permanentes.
Segundo os resultados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) de 2017, publicados pelo IBGE em julho deste ano, e que investigou os serviços de abastecimento de água por rede geral e esgotamento sanitário por rede coletora em entidades formais (com CNPJ), a cobertura do esgotamento sanitário por rede coletora melhorou no Brasil (2017 em relação 2008). No entanto, em 2.211 municípios no Brasil (39,7%) não havia oferta do serviço. Outra característica levantada do setor é que o serviço foi, na sua maioria, público. As prestadoras desses serviços às empresas privadas estiveram presentes em apenas 3,6% dos municípios brasileiros no caso da distribuição de água e em 3,1% no caso da coleta de esgoto.

Estudo da OMS

O trabalho, inclusive, menciona estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), onde cada dólar investido em tratamento de esgoto gera um retorno de US$ 4,3 na forma de redução dos custos de saúde para indivíduos e sociedade. Algumas pesquisas já apontam o risco de contaminação por coronavírus através do esgoto. Em uma nota técnica publicada recentemente pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto (INCT ETEs Sustentáveis), órgão de pesquisas e ações relacionadas ao tratamento de esgoto, pesquisadores defendem que o monitoramento do esgoto pode ser estratégico para demonstrar o nível de contaminação no local por Covid-19.
O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), junto com a Agência Nacional de Águas (ANA) e o INCT ETEs Sustentáveis/UFMG, lançaram, em março deste ano, o projeto-piloto Monitoramento Covid Esgotos (realizado em 24 pontos de coleta no sistema de esgotamento sanitário urbano de Belo Horizonte e Contagem). Segundo o Boletim( nº 8) – Monitoramento Covid esgotos, os resultados indicaram que 100% das amostras de esgoto testaram positivo para o novo coronavírus na bacia do ribeirão Arrudas nas últimas seis semanas de monitoramento e nas últimas oito semanas de monitoramento na bacia do Onça.
Pádua Martins - Ascom Ipece

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